Retrospectiva 2025: Maior edição dos Jogos da Juventude CAIXA
Evento reforçou a ideia de Nação Esportiva. Para 2026, as mesmas 20 modalidades devem ser mantidas.

Abelardo Mendes Jr/COB
Os Jogos da Juventude CAIXA completaram 25 anos de volta aonde tudo começou. Ao todo 4.700 atletas de 14 a 17 estiveram em Brasília, que foi a primeira sede do evento, em 2000, durante 15 dias em setembro para a disputa das modalidades águas abertas, atletismo, badminton, basquete, ciclismo, esgrima, futsal, ginástica artística, ginástica rítmica, handebol, judô, natação, remo virtual, taekwondo, tênis de mesa, tiro com arco, triatlo, vôlei de praia, voleibol e wrestling.
Em 2026, os Jogos serão em Foz do Iguaçu, Paraná. E o formato será mantido. “Primeiramente, estamos muito empolgados de levar os Jogos da Juventude CAIXA para Foz do Iguaçu em 2026. Tenho certeza de que será uma experiência incrível para nossos jovens atletas. E vamos manter o que deu certo, as 20 modalidades que tivemos este ano em Brasília. Tivemos um grande aprendizado ao realizar a maior edição dos Jogos da Juventude da história e agora vamos aprimorar o que funcionou para fazer ainda melhor no ano que vem”, Gerente Geral dos Jogos da Juventude CAIXA.
A edição 2025, com recorde de inscrições, confirmou o evento como um grande celeiro de esportistas. “Já vimos no passado atletas que passaram por aqui e tiveram grande sucesso na carreira, como a judoca Sarah Menezes, campeã olímpica, a jogadora de vôlei Rosamaria, medalhista de prata nos Jogos Olímpicos, e tantos outros. E pelo nível de competições que tivemos em Brasília, tudo leva a crer que no futuro esta lista vai incluir nomes que estiveram nas disputas de 2025”, comentou Daniel Santiago.
E os paulistas voltaram para casa com o primeiro lugar no quadro de medalhas. São Paulo terminou os Jogos da Juventude com 112, sendo 44 de ouro, 34 de prata e 34 de bronze. Em segundo lugar no quadro de medalhas ficou o Rio de Janeiro, com 80 medalhas – 28 de ouro, 29 de prata e 23 de bronze. Completando o top 5 ficaram Paraná, Santa Catarina e Maranhão. Ao todo, 25 unidades da federação conseguiram ao menos uma medalha. Apenas o Acre e o Tocantins saíram dos Jogos zerados.
Alguns estados tiveram excelente desempenho em modalidades com muitas medalhas. O Paraná dominou o atletismo com 8 ouros, 7 pratas e 5 bronzes. Na natação, São Paulo foi soberano: 13 ouros, 12 pratas e 6 bronzes. O Rio de Janeiro se destacou nas lutas. Dominou o judô, com 6 ouros, 2 pratas e 4 bronzes e o wrestling, com 7 ouros, duas pratas e 1 bronze.
Números impressionam nos Jogos da Juventude CAIXA
Para garantir que este nível de excelência fosse alcançado, a estrutura montada pelo Comitê Olímpico do Brasil apresentou números impressionantes. O Comitê Organizador teve 200 colaboradores, auxiliados por 281 voluntários. Mais de 150 toneladas de equipamentos foram transportadas por 13 caminhões que percorreram 30.200km por todo o Brasil.
Foram montados 33 campos de jogo montados onde 502 árbitros oficiais garantiram que as competições fossem disputadas no mais alto nível em 19 locais diferentes. Ao todo 13 hotéis hospedaram atletas, oficiais e organizadores num total de 37.191 diárias. Mais de 62.000 refeições foram servidas.
E 1.720 medalhas foram entregues.











