Uniforme icônico do Brasil na Cerimônia de Abertura de Milão-Cortina 2026 é doado pelo COB ao Museu Olímpico do COI
Vestimentas usadas pelo campeão Olímpico Lucas Pinheiro Braathen e por Nicole Silveira, além dos uniformes dos demais atletas e oficiais, foram doados ao espaço da memória olímpica em Lausanne, na Suíça

Foto: Jonne Roriz/COB
O traje dos porta-bandeiras e da delegação do Brasil cocriados pela Moncler, sob a direção criativa de Remo Ruffini, e pelo icônico estilista brasileiro Oskar Metsavaht, usados nas cerimônias de abertura foi um sucesso e agora será eternizado na história do esporte Olímpico. Nesta quinta-feira, 19, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) realizou, na Casa Brasil em Milão, a doação do uniforme completo do Brasil que viralizou nas redes sociais e conquistou os fãs de moda e do esporte pelo mundo. O evento contou com a participação do presidente do COB, Marco La Porta; com Manoela Penna, diretora de Comunicação, Marketing e Valores Olímpicos; com Emílio Strapasson, Chefe da Missão Brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno; e com Julien Debove, representante do Museu Olímpico do Comitê Olímpico Internacional (COI).
“É muito emocionante para o COB realizar essa doação para o Museu Olímpico. É um marco significativo que mostra que o Brasil foi protagonista desses Jogos Olímpicos de Inverno. Essa peça viralizou e impactou o público presente no estádio da cerimônia de abertura. Então, termos mais uma peça de atleta brasileiro exposta no Museu Olímpico é muito importante para o COB”, disse Marco La Porta.
Serão doadas as duas roupas de porta-bandeiras e as versões masculina e feminina do uniforme de desfile da delegação, totalizando quatro jogos de uniformes. As peças celebram o espírito do Brasil, combinando simbolismo marcante com a expertise da Moncler orientada à performance.
As peças foram um sucesso entre o público no mundo todo e viralizaram nas redes sociais. Apenas na cerimônia de abertura as redes do Time Brasil tiveram cerca de 42 milhões de visualizações de conteúdos e um engajamento de 3 milhões. Além disso, a segunda palavra mais falada nas redes no dia 06 de fevereiro, depois de “Brasil”, foi “lindo”.
"Estamos muito felizes e honrados de ter recebido o uniforme que foi usado na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. O Museu Olímpico é mais do que apenas esporte, a cultura também é importante. Ter esse uniforme que viralizou nas redes sociais e que tão orgulhosamente representam a identidade e a cultura do Brasil, significa muito para nós. E estamos certos de que, não apenas os fãs brasileiros, mas também os fãs de todo o mundo irão amar assim como nós", afirmou Julien.
O Brasil hoje tem duas peças em exposição no Museu Olímpico do COI, em Lausanne, na Suíça. A peça de Milão-Cortina 2026 se juntará ao uniforme de Jackie Silva, campeã Olímpica no vôlei de praia em Atlanta 1996, e o collant de Rebeca Andrade, ginasta campeã Olímpica no solo em Paris 2024.
"O COI entrou em contato com a gente, dizendo que o nosso uniforme estava na 'wishlist' deles e que seria fundamental tê-lo como parte do acervo olímpico internacional. Nós ficamos muito orgulhosos de ver o Brasil sendo representado agora também com uma peça de Jogos de Inverno" afirmou Manoela Penna, diretora de Comunicação, Marketing e Valores Olímpicos do COB.












